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Atualidades sobre a Gripe A/H1N1

O que é a gripe A/H1N1

  • A gripe A/H1N1 (também chamada de gripe suína) é uma doença infecciosa aguda causada por um novo subtipo do vírus influenza.
  • Como outras viroses, o vírus H1N1 pode ser transmitido de pessoa para pessoa através da tosse, espirros e algumas vezes através de objetos contaminados com o vírus.
  • O vírus da gripe A/H1N1 resiste de 24 a 72 hs fora do organismo e pode permanecer vivo por até 10hs em uma maçaneta ou superfície lisa; 8 a 12 hs em toalhas, roupas ou papel e até 2 horas nas mãos.
  • O período de incubação do vírus é de 1 a 7 dias e o período de contágio ocorre desde 1 dia antes até 7 dias depois do início dos sintomas.
  • Os sintomas da gripe A/H1N1 incluem : fadiga, febre variável, dor de garganta, dor muscular, calafrio, tosse, espirros, congestão nasal e cefaléia. Algumas pessoas podem apresentar também vômitos e diarréia.
  • A evolução da doença é, em grande parte dos casos, de 1 semana. Mas alguns pacientes podem apresentar pneumonia ou outras complicações mais sérias, havendo a necessidade de hospitalização. Os principais sinais de gravidade da doença são dificuldade respiratória e agravamento dos sintomas iniciais (febre, dor muscular e tosse).

Qual a diferença entre a gripe A/H1N1 e gripe sazonal

  • O vírus da gripe sazonal muda a cada ano, porem suas variantes são muito parecidas entre si.
  • O vírus da gripe A/H1N1 é um subtipo novo do vírus influenza.
  • A maioria das pessoas tem pouca ou nenhuma imunidade contra o vírus da gripe A/H1N1.

Dúvidas sobre a Vacina da gripe A/H1N1

  • A vacina contra o vírus A/H1N1 foi desenvolvida da mesma forma que a vacina da gripe sazonal.
  • Existem vacinas monovalentes (que protegem apenas contra a gripe A/H1N1) e vacinas combinadas
  • (proteção contra gripe A/H1N1 e gripe sazonal).
  • As vacinas são feitas com vírus inativados, e, portanto, não causam gripe.
  • Os eventos adversos mais comuns são : dor, vermelhão e inchaço no local de aplicação, que melhoram espontaneamente. Com menor freqüência podem ocorrer febre, cefaléia, dor muscular e fadiga, com duração de até 48hs e melhora espontânea.
  • Reações severas são raras. Com relação a Síndrome de Guillain-Barre (ou polirradiculoneurite aguda), a OMS não recebeu relatos de fatalidade entre casos suspeitos e confirmados, desde o inicio da campanha no mundo. Na China, onde mais de 11 milhões de doses foram aplicadas, autoridades em saúde informaram a OMS 15 casos de eventos adversos graves e 2 mortes após a vacinação. Porém as investigações concluíram que as mortes ocorreram devido às condições de saúde destes pacientes.

Recomendações do Ministério da Saúde

Serão vacinados no Brasil, segundo cronograma já definido, os seguintes grupos:

  • Trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia
  • Indígenas
  • Gestantes
  • Doentes crônicos:
    • Obesidade grau 3
    • Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
    • Asmáticos (formas graves);
    • Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória; Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória
    • Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
    • Diabetes mellitus;
    • Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
    • Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
    • Doença hematológica (hemoglobinopatias);
    • Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
    • Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
    • Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).
  • Crianças de seis meses a menores de dois anos
  • População de 20 a 29 anos
  • População de 30 a 39 anos

Recomendações do CDC – (Centers for Disease Control and Prevention – EUA) e ACIP (Comite Assessor de Práticas em Imunizações dos EUA) – última atualização em fevereiro de 2010

Recomendam a vacinação para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade.

Grupos de risco:

  • Mulheres grávidas
  • Pessoas que moram ou cuidam de crianças menores de 6 meses de idade.
  • Profissionais de saúde.
  • Crianças de 6 meses de idade até 24 anos.
  • Adultos de 25 até 64 anos de idade que tenham problemas de saúde associados com maior risco de complicações da gripe.

Doses da vacina

  • Crianças de 6 a 35 meses de idade (2 anos e 11 meses) devem receber 2 doses de 0,25ml, com intervalo de 1 mês entre cada dose*
  • Crianças de 3 a 8 anos devem receber 2 doses de 0,5ml, com 1 mês de intervalo*
  • Adultos e crianças a partir de 9 anos recebem 1 dose de 0,5ml.

*Para crianças já vacinadas anteriormente, recomenda-se a administração de uma única dose.

Contra indicações da vacina

  • Hipersensibilidade sistêmica (alergia grave) ao ovo ou a proteína de galinha ou a qualquer constituinte da vacina.
  • Reações sistêmicas graves a vacinação prévia de vacina contra influenza ou a outra vacina contendo a mesma composição.
  • Pessoas que desenvolveram Síndrome de Guillain-Barré até 6 meses após receber vacina contra influenza.
  • Crianças menores de 6 meses de idade.
  • Pessoas com doença febril moderada-grave (aguardar a remissão da doença).

Referências

CDC – (Centers for Disease Control and Prevention –www.cdc.gov
Ministério da Saúde – www.saude.gov.br
Organização Mundial de Saúde – (World Health Organization) - www.who.int
Sociedade Brasileira de Pediatria (Departamento de Infectologia) – www.sbp.com.br

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