Os recém-nascidos prematuros que tenham nascido com peso superior a 2 Kg devem receber as vacinas do calendário de imunizações normalmente. Já os recém-nascidos prematuros, com peso de nascimento inferior a 2Kg devem adiar a realização da BCG até que atinjam o peso de 2 kg, e devem receber uma quarta dose de hepatite B, sendo a segunda e a terceira doses com um mês de intervalo e a quarta dose seis meses após a segunda; ou aguardar para realização da primeira dose de Hepatite B quando a criança completar 2 kg (se a mãe apresentar sorologia para Hepatite B negativa). Deve seguir o calendário de imunizações para as demais vacinas, respeitando-se os intervalos entre as doses. O uso de vacinas acelulares contra a coqueluche é preferido, em função da sua menor reatogenicidade.
Prematuros que desenvolvem doença respiratória crônica tem indicação de profilaxia com anticorpo monoclonal específico para o vírus sincicial respiratório (VRS) denominado palivizumabe. Esse vírus assume fundamental importância quando acomete recém nascidos prematuros, apresentando risco aumentado de evolução mais grave. A freqüência de hospitalização neste grupo chega a ser 10 vezes maior do que em recém nascidos de termo.
A Sociedade Brasileira de Imunizações propõe a recomendação do uso de palivizumabe nas seguintes situações:
Deve ser aplicado por via intramuscular, mensalmente durante os cinco meses consecutivos do ano com alta circulação de VRS, o que geralmente corresponde aos meses de maio a setembro.
A vacina meningocócica ACWY está disponível para adolescentes a partir de11 anos de idade e adultos.
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